tu se toca e dá choque na xota tudo a mostra quer foda nas costas cê chupa cê lambe cê gosta
e se toca e se bota a mostra e se toca e se bota a mostra
contarolava na rua. o guarda passa: ufa, o cara com boné e cara escurecida, o que se mostrava com parcas espressões faciais - constatáveis, só a seriedade de dar medo e a aba do boné que esconde os olhos - era o outro, não ele. é seco, não muito claro, o que se vê. lhe vem e lhe fica, cada imagem. é visão.
o som que toca te sobe a bunda te meto as bolas na tua buça
e vem mais que vira vem cai na pica vem cá me pira vem cá loirinha vem cá vem cá
vem cá que mete vem cá prum teste vem cá me mete vem cá pro teste
No passado tão bom. Agora, tudo diferente. Tudo ainda nostálgico. O ar sem nada de atual mas nada maturado, também.
( ele ele ele ele ele ele ele ele ele ele ele ele ele ele ele ele ele ele ele ele ele ele )
O centro, sempre sem tanto espaço. Ponto pintado? - menos que objetivado, porém bem mais influente que todo sujeito. Único sujeito, pra ele, além dele. Centro, ímã sobre o real. Centro como ponto de atração, verificação dos significados, comparação com vidas. Um centro como condição. Periferia, só, surgia. Periferia expandia. Crescia.
( quer quer quer quer quer quer quer quer quer quer quer quer quer quer quer quer quer quer quer quer quer quer )
decidira pela catábase, aí desceu até onde se anda. devia cumprimentar alguém que o cumprimentava também. aprende a compactuar, recebe ajudas. agora pode até andar como os outros. E deixaria de vez aquilo para traz, aquilo que o...aquilo que...aquilo, epifania. E, quanto a centro, o mesmo, o mesmo, o mesmo.
( ...)
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ACHEI LAMENTÁVEL VC TENTANDO RIDICULARIZAR O PROFESSOR MODESTO DURANTE A ULTIMA AULA!!!!!!!!!!!!!
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