segunda-feira, 30 de junho de 2014

Museus Miméticos

Se ele escrevesse aquela carta, poderia parar de cheirar

- escrever (cartas) nos faz imprimir gestos, gestos fortes – ou fracos – possibibita tal diferenciação tonal
muito discute-se se xouy escritor escreve a mão ou no computador

- a máquina de escrever – sempre pensava – o faria fazer barulho demais para os vizinhos-téc-téc-trim-é-o-porteiro

a polícia, federal,
- sobre ele, imaginensó, o som puxa nariz estar sempre como acompanhado... a parede era muito fina o gesso-sexo-vindo-do-avesso... gritomens ládolado, do vizinho, temos textos sobre ele incomodado, ele ouvia: inversa proporcional, relativiza

Polícia federal flagra transporte de dois lotes de cocaína
- , muita cocaína era permitida mas tomada pela polícia em muitos um pouco menores que o muito-permitido-esse-sim...
BUM
- espande olho que retina à frente da telamenosbrilhante, imagina..
Aquele “PAPEL”, escuro, aproveitar toda a luz..., o que lhe dizia erassó sua poucafilosofia da noite, pois a luz queimara e ele já escrevia à noite de sair pouco de sair pra entender a vidatododiadiàdia...
Às vezes, o jovenrapaz cabelo loungo pelerretasteladananoitefria (...o piso era porcelânico-ar-de-avião-de-gente-rica-de-sua-eterna-sinusite-não-por-isso...) alma verânicàlicontida... por falta de comprar algo melhor; medo de ter menos que o pior; era assim como tinha descrito, mas sempre se achava diferente de antes sendo o igual-agora.
Às vezes o jovenrapaz passava a noite escrevendo. Não sabia trocar luz. Ficava escrevendo meio que um tanto inescolhente, escrevo seu mapavida como possa, tentar dar-um-clima, pra irem sabendo, assim, antes de entrar lá...

escrevia
BIC: A Mais Macia
PAÇOQUINHA: A Energia Que Te Anima
- Escreviouvia...
ALARME-MIL-MIL
- O carro do seu pai... O do seu pai tinha aquele som-alarde, o som o assustava quando ouvia de outro carro, pensando ainda: não era olhahora
, coração,
Batebatequebatebibate TUM TUM
- Açontinuava, mas alguma coisa acchontecera, era um achado – e realidade.
Coração, aceletrado acelesante, letrinhotorcida as imagens ali a sua frente.
A carta, era a carta...a veremos!, tão pegando o clima?!!!

Minha amiga,
Saiba, será sempre amiga. Todos os dias sei que tenho alguém para chamar assim quando lembro daquele vomito, o que ajudou a cuidar, quero dizer, tomamos banhos juntos, acabamos lá a transa! Lembra??! Lembro bem do enjôo, a sensação e tudo! Encostava no caminho a sua barriga na minha cabeça, é, bem elas se tocavam, e eu dizia do enjôo, os olhos fechados...você via que eu fechava os olhos? Estava virada pra lá, em cima. Nossa! O sacolejo do metrô, porra, como enjoava! Tentava te dizer que o enjôo era foda, mas é claro, se eu digo que posso acho que pode te parecer que posso...sabe o quanto eu gostava de sexo, eu sentia vontade quase toda vez que via seus peitos por perto, saltando do decote com o sutiã que o punha pra cima. Foi difícil chegar em casa! Aí nossa!...
Nós chegamos, nós chegamos! Às vezes parece difícil chegar porque parece que não vai dar, né? A gente sente isso mas não sei se alguém diz mesmo isso que sente enquanto está ali, parece que uma das coisas que sente é que é melhor não dizer, não vai fazer sentido, pode-se ouvir as mesmas palavras, as palavras de sempre de Não Exagera, Não É Bem Assim, Frescura, Vai Custir As Tripas? (isso minha mãe me dizia, era cruel, e foi assim que aprendi a vida...). apesar de dizerem tanta coisa em tanto momento (é, a linguagem não parece mesmo pra nos entendermos) temos que dizer algo quando alguém diz se sentir mal de mal que parece (isso é o mal?) não ter saída, e temos que dizer algo, ainda, e ainda, e dizemos aquela bíblia que dizemos para parecermos legais mesmo que pareça sempre que não vai ser legal pra pessoa, porque imagina, tipo: Estou Morrendo (e está mesmo), e aí morre e você disse antes de morrer Vai Ficar Tudo Bem ou Eu Te Amo,  o que parece o mesmo porque sempre parece que somos o melhor pras pessoas, ainda mais quando é assim como sempre é que é um último momento da vida do outro. Enfim, fico um pouco louco como quem pudesse conversar com você por horas e vou tentar parar de falar tanto por ter medo de não falar com você por hora, sempre assim “ei, eu posso ser chato, ela não lê...”, foda
Bom, você lembra? Lá na sua casa como começou isso tudo que estou aqui a noite mais noite (aquelas lâmpadas quebraram, o gesso, é foda trocar o gesso, imagina se quebro, POR CAUSA DA PORRA DE UMA MERDA DE LÂMPADA, estou um tanto no escuro, já há um tempo, foda..., quem chamar pra TROCAR LÂMPADA?!)

- PAROU
Não dava ali, decidiu cigarrefletir e ver, ver aquelas fotos dela (elas, infelizmente, não poderão ser exibidas, tema família, a dela...essas coisas)
, ele tinha umas fotos..., bem,
Aquelas fotos o acompanhavam muitas vezes, ele olhoagia sobre elas
...
Peitos prendem bico
Retina carabina
No joelho
Sente mão roça
Mais em cima
Pele lamparina na tela
Na tele
Di
Visa
Entre ele
- E ela de algum modo estava ali com ele!!! Ela não tinha modos; ela não surpreendida, suspensa, na tela na luzolidão unicingida sobreabas de amigo que o chamava, e falava sobre alguma coisa política de seu próximo dia. Ele sem poder convirvê-la, parcoempalidecia-se, uma segunda luz, nossogênio, da noite; em noite, o dia. A tempo! Vamos...

Vai ser mais difícil continuar esta carta. Como se sabe, as pessoas não escrevem de tudo a um sómomento. Passou um tempo aqui. Manter a cabeça sempre fria, puts, às vezes fica claramente bem difícil. Espero que uma imagem sempre melequente na minha cabeça segure o texto, porque, puta, você lembra? Sua mãe não estava em casa na hora em que chegamos e tal, e sempre queríamos aproveitar todo o tempo pra trepar quando ninguém estava, fomos lá, corremos. Sofá correria arrancando calça. Porra, minha pele, pô, ela estava bem fria, não tava? Dava pra perceber? Eu não sabia, e nem pensei muito nisso, e continuava falando “enjoado enjoado..” , aí fomos deitamos eu via minha mão no sofá, era de couro não era? Porque, tipo, lembrava que me aliviava ali pensar que sentia ele frio não deveria estar tão frio, digo, o corpo que não sabia se via como tava, sentia que estava, para mim.
Bom, agora, estou meio com pressa, medo de não acabar, não chegar lá

Lambe notas: a porra acabara
Passe no bar mais próximo, sempre pode nos encontrar!

...você se assustando, às vezes, na vida, a vida mostra que as palavras tipo Vamos Chegar Vamos Chegar não sabem bem aonde. Aquele vômito! Sua barriga parecia o Hulck, mas assim mais derretida, sem saber o que fazer. A camisinha pindurada naquela situação era uma marca, era aquilo, sexo restos um certo...respeito responsabilidade que, sim, até devo agradecer por aprender com você isso...Sabe? eu te amo e era isso. É assim como eu me sinto em relação ao casamento nosso, isso quer dizer que ele continua
P.S.: o banho depois foi bom, lembra disso ainda? Antes foi muito constrangedor?

Scanner Saito, Guardando as Imagens Impressas Por Seus Atos

No computador, guardou sua caligrafia na pasta com seu nome – foi ela quem a criou, lá, com seu nome, podem ver, INTERAJAM!. Ficou lá e hoje podemos ver aqui no Museu Nacional de Berlim. A sala em que entraremos encontra-se iluminada apenas pelo computador, como veremos...é bem legal




quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

O que vem num vapt sem vupt

Você trazia as moscas. Era, pois – “em certo sentido”, e dizia – e zumbia  (  (sem tocar o piso)  )  feito as moscas. E eu - fixo-fazer – a ambular batendo o pé  (  (mesmo quando cheio de riso ou bunda-sentado)  ) enquanto  friso, num casulo, minha questão se debatando feito bixo preso em pote. Sabia que cê ia e só assim, simples, aquilo se esva –

ia.

Você, embora, estava fotografado lá dentro – “como iria, então?”, você pergunta. Eu pego algo ou outro, ajeito as coisas  (  (abano o ar)  )  e saio – respondo suficientemente bem pra você com o meu gesto, até o ponto de ônibus e aponto a placa: pronto. Volto.

As moscas, as mesmas, me movendo entre suas mandíbulas por não me competer, talvez jamais – afinal não buscava o que me ajudasse a fazê-lo – mascá-las. Mas, “as mesmas?”, ouço. É, afinal, como sabê-lo? As máscaras, asas as libertando – e pareciam poder ser tudo, mais que eu, e isso acabava sendo o que elas são: você. Ali, se empunha permanentemente, cada. Fugia, cozinha, sala elevador: ela lá, e tantas, uma cada vez vinha e junto com outras, me faziam vítima. Não importa onde fosse ou se, com toda força, viesse. Eram tantos ângulos, de tantos pontos de vista as aprendia, ainda assim, era mosca: você. Era máscara.

Pensava que não voltaria ainda hoje, pensava chegar e fazer algo, arrumar talvez vaso, talvez o vidro, as manchas nele. Mas mesmo mudando o ângulo, atentando a algum outro algo, me convencendo visivelmente, sabia que devia sentar e servir um chá, café “ou pedaço de bolo? que tal?” – falava e pra disfarçar ao meu gosto, entoava mais emocionadamente meditando para que me parecesse uma música mais desmedida, falada, menos que se canta quando tem alguém. Não me parecia gentil o canto-reza que fazia em que nada casava daquele modo.

Decidi ser educado, sentar e, aí, pensei: mas porque raios essas moscas, porque ele. E as moscas e ele, ou ele, com as moscas, ou ele-moscas criavam as questões na minha cabeça, afinal, porque os dois? E ficava em silêncio: sentia-me virtualmente deselegante, na possibilidade de falar. Matutava quieto, na solidão quando, sem aviso, vieram vozes “como tanto se indigna sem pensar que, se bem considerar, vem você, ele e as moscas. Ele não vem contigo?”. Aqueles bixinhos-vultos voando eram, ao menos à vista de quem se visa são, os únicos estranhos ali.

caio.gabriel

domingo, 3 de outubro de 2010

adstringência musical - uma música básica

tu se toca e dá choque na xota          tudo a mostra quer foda nas costas          cê chupa cê lambe cê gosta
e se toca e se bota a mostra     e se toca e se bota a mostra

contarolava na rua. o guarda passa: ufa, o cara com boné e cara escurecida, o que se mostrava com parcas espressões faciais - constatáveis, só a seriedade de dar medo e a aba do boné que esconde os olhos - era o outro, não ele. é seco, não muito claro, o que se vê. lhe vem e lhe fica, cada imagem. é  visão.

o som que toca     te sobe a bunda     te meto as bolas     na tua buça
e vem mais que vira     vem cai na pica     vem cá me pira          vem cá loirinha          vem cá vem cá
vem cá que mete     vem cá prum teste          vem cá me mete     vem cá pro teste


No passado tão bom. Agora, tudo diferente. Tudo ainda nostálgico. O ar sem nada de atual mas nada maturado, também.

( ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele     )

O centro, sempre sem tanto espaço. Ponto pintado? - menos que objetivado, porém bem mais influente que todo sujeito. Único sujeito, pra ele, além dele. Centro, ímã sobre o real. Centro como ponto de atração, verificação dos significados, comparação com vidas. Um centro como condição. Periferia, só, surgia. Periferia expandia. Crescia.

(    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer )

decidira pela catábase, aí desceu até onde se anda. devia cumprimentar alguém que o cumprimentava também. aprende a compactuar, recebe ajudas. agora pode até andar como os outros. E deixaria de vez aquilo para traz, aquilo que o...aquilo que...aquilo, epifania. E, quanto a centro, o mesmo, o mesmo, o mesmo.

( ...)

adstringência musical - uma música básica

tu se toca e dá choque na xota          tudo a mostra quer foda nas costas          cê chupa cê lambe cê gosta
e se toca e se bota a mostra     e se toca e se bota a mostra

contarolava na rua. o guarda passa: ufa, o cara com boné e cara escurecida, o que se mostrava com parcas espressões faciais - constatáveis, só a seriedade de dar medo e a aba do boné que esconde os olhos - era o outro, não ele. é seco, não muito claro, o que se vê. lhe vem e lhe fica, cada imagem. é  visão.

o som que toca     te sobe a bunda     te meto as bolas     na tua buça
e vem mais que vira     vem cai na pica     vem cá me pira          vem cá loirinha          vem cá vem cá
vem cá que mete     vem cá prum teste          vem cá me mete     vem cá pro teste

No passado tão bom. Agora, tudo diferente. Tudo ainda nostálgico. O ar sem nada de atual mas nada maturado, também.

( ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele    ele     )

O centro, sempre sem tanto espaço. Ponto pintado? - menos que objetivado, porém bem mais influente que todo sujeito. Único sujeito, pra ele, além dele. Centro, ímã sobre o real. Centro como ponto de atração, verificação dos significados, comparação com vidas. Um centro como condição. Periferia, só, surgia. Periferia expandia. Crescia.

(    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer    quer )

decidira pela catábase, aí desceu até onde se anda. devia cumprimentar alguém que o cumprimentava também. aprende a compactuar, recebe ajudas. agora pode até andar como os outros. E deixaria de vez aquilo para traz, aquilo que o...aquilo que...aquilo, epifania. E, quanto a centro, o mesmo, o mesmo, o mesmo.

( ...)

domingo, 2 de maio de 2010

mugiriam

“...e volta. Tira pendura calça tira pendura camisa cueca, antes o chapéu: a janela aberta, corre fecha.
(o vidro, ele reflete, sai-anda)
...ela. Vai-deita, junta-se a ela: beijo-comichão, a estremecida o faz permanecer e desiste do pipi.
(a agudeza-agulha na bexiga o xinga de desorganizado e cria bagunça na cabana da cabeça: fica paradíssimo)
...também já sem nada como vestes. Agora algo dentro dentro mesmo molhado junto com algo algo mais denso: grito grito gritogrito gritogrito grito grtgritogrtoGRITO AH...ah.


(a manhã mais próxima e ainda havia momentos-beijinhos e minutos-agrados, e muito mais tempo: muito mais tempo a menos pra dormir)
...o copo de água para a cama. Mas também, vejam bem, havia a pressa, o trabalho-amanhã e o horário que planejara, para que tudo fosse acorde-feliz na próxima manhã e próxima e em nenhuma das próximas poria soneca e, não tivesse soneca e tivesse como preparar o café, tudo ficaria bem melhor.
(olhos simulam sono, sibilando aos sons da fresta da janela rápido-fechada e, assim, amolecem o cérebro do corpo a que pertencem como parte de auto-convencimento)
...e já toca-aperta, e já soneca. Sem café e há conversa laboriosa na cama com cheiro-umidade de delicioso sabor-suor de noites-outras.
(...)
- ai, carlinhos...”¹

E catabum-boft-catapinga
               caca-cacofonismo-cachaça
                                cambridge-cossery-colher-sem-nada
                                                                                                  ...

Todos aprendiam sobre linguagem, e o poeta, e o lingüista faziam questão de saber que aprendiam.²


1- E essas eram influências do cotidiano nas artes poéticas, nesses textos que tinham digerido lições aristotélicas e se sabiam com começo, sem nada antes, com meio, que se mostrava depois de algo e antes de algo, e com fim, sem nada depois. Esses reflexos de pensamentos miméticos.
Mas, agora, o escritor tinha que... escrever! Haveria de linearizar os acontecimentos e os limitar, sob as regras e imotivações evidentes da linguagem articulada...

2- O que se haveria de fazer – além disso? Eles sempre mugiriam, sérios, seríssimos, em frente aos livros.
...

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Naquelas alas as salas secam, com seu oxigênio reagindo com solidão que suaviza os choques entre shopping e os técnicos cuidando do seu marketing, que cria o ambiente empolgante, embelezado por simpatia e bonecas brincalhonas pra criançada, mas que consome esses homens os endurecendo com uma aura bíblica e bélica, taciturna, com sons que refletem, e seus brancos, e sofrem absorção, e seus pretos, e, então, só, sóisso, sol com cobertura sabor solidão e outro com sabor morango em calda, calando em moviventos que se equilibram vetor anti vetor envelhecendo as paredes até tudo ser pêndilo parado: aquilo era muito mundo, como ele era desde sua constituição, suas bases, externo, não abala. O AZUL infunda zunindo afinado e fincando, projetado no pano, o tecido que vestia a moça da recepção, sugado ou saltando, não se sabe, para dentro do meu soluço, o qual poderia-se chamar, também, de momento: aquela cor me compunha.
E, agora, era aquilo, e, portanto, somente: com palato seco.

terça-feira, 28 de abril de 2009

acordeon pintandoendo em sonos atraindo atrasado atravancando sonhos atrás e através da janela nas mãos do homenzinho atracado lá.
chique respira chiquechique respinga gotejachovevivevoavomita gotinhas, o céu, em cabeças vacilantes, e o acorde ofegante do instrumento atrapalhado.
Um som – insegurança - como aquele não tinha nem engendrava uma coragem tão expansiva parecida com aquela que impõe como necessidade uma cantoria arriscatarrada na madrugada igual a essa que atraía, guiava tantos sonhos por alí. Ali tinha e engendrava sim.
Uma instrumentação como aquela não era tão justinha para a situação, atraíndo a preocupação dos vizinhos, que já traziam galões de oxigênio para tentar fazer aquele jazente instrumento respirar melhor o ar intragável que ele mesmo criava-se e que criava algo-ar pouco criativo, mas respirava entre suas notas e cores e teclas sob pressões e botões. Ofegavafava infeliz o acordeon ante janelas e outras iluminuras
frio falido fodido facilmente corruptível acéfalo cínico cenográfico cegamente em entonação de insistoque
(seu objeto-valor atrás da janela em tom parecido, entretanto mais ofegostoso, trepava bonito, escondido e esguio, fugindo da partituramante que invadia seu quarto pelas frestas, saídas das mãos do amantriste lá fora).