acordeon pintandoendo em sonos atraindo atrasado atravancando sonhos atrás e através da janela nas mãos do homenzinho atracado lá.chique respira chiquechique respinga gotejachovevivevoavomita gotinhas, o céu, em cabeças vacilantes, e o acorde ofegante do instrumento atrapalhado.
Um som – insegurança - como aquele não tinha nem engendrava uma coragem tão expansiva parecida com aquela que impõe como necessidade uma cantoria arriscatarrada na madrugada igual a essa que atraía, guiava tantos sonhos por alí. Ali tinha e engendrava sim.
Uma instrumentação como aquela não era tão justinha para a situação, atraíndo a preocupação dos vizinhos, que já traziam galões de oxigênio para tentar fazer aquele jazente instrumento respirar melhor o ar intragável que ele mesmo criava-se e que criava algo-ar pouco criativo, mas respirava entre suas notas e cores e teclas sob pressões e botões. Ofegavafava infeliz o acordeon ante janelas e outras iluminuras
frio falido fodido facilmente corruptível acéfalo cínico cenográfico cegamente em entonação de insistoque
(seu objeto-valor atrás da janela em tom parecido, entretanto mais ofegostoso, trepava bonito, escondido e esguio, fugindo da partituramante que invadia seu quarto pelas frestas, saídas das mãos do amantriste lá fora).
"Atraíndo"? Leva acento?
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