
, caminha na melhor postura possível: passo pós passo periodicamente calculados; completamente puxadesticado, assim, e depois congelado; olhar unidirecionado; globocular cílios completamentensionados totalmentestáticos. Silicone na mão sobpele sobvômito seu. Ereção subzerada.
a boca a sua bulimia a beliche, parte de cima, em cima do amigo de infanciadolescenciadulto, ali servia de esconderijo. É difícil enxergar lá no alto. o bar a brincadeira a boemia e sua melhor amiga de infanciadolescenciadulto ali no beliche em baixo dele, e do vômito. o sorriso o cinismo o silicone e seus (da amiga de infanciadolescenciadulto) belos-grandes peitos ali sob suas (de qualquer que seja o homem) mãos, que estão (as mãos) entre suor saliva álcool éter e seu (desse homem, qualquer que seja o homem) vômito, sobre esses seios (da amiga) sobre sua amiga que está sobre, entretanto distante de um contato físico, do terceiro (o amigo no colchão inferior do beliche)
jogou-se sinuca ouviram-se sirenes saiu-se silenciosamente soluçando. Não eram bem bem adultos, só eram o que se via, ou seja, essa insegurança senhoril sabedoria surrada e aquele silicone que, entretanto, era um silicone que não se parecia com um, já que o que se via era um belo par-de-peitos e só, mas não tão pouco. O disfarce de belos-peitos o enganou facinho desfazendo sua roupa roubando a bebida de seu estômago o colocando ali ali-bem-ali em frente a sua, nua, melhor, gostosíssima-falsamente, melhor amiga de infanciadolescenciadulto.
aquilo tudo a excitava, cada micropedacinho de mal-digerida-comida ali sobre tudo, menos sobre ele, mas entre suas mãos. Ela pede pra lamber: mais e mais pedacinhos surgemergem. Lambelambenlambido, mas
já sabia que o amigo sabia: o cheiro no ar e o barulhinho, lá de mais próximo ao chão, de mão contra pele mole paf paf batidas rítmicas. Rapidamente voz-vergonha e sons cessam.
a televisão levemente fora do ar toca música erudita que junta com o arrulho na janela.
chegou-se a prever o estômago saltando junto com os últimos pedacinhos para fora do corpo, mas o rapazinho foi acordado para o décimo-terceiro fórum mundial de ética e moral cristã em um-dia-aí de qualquer-ano, onde-quando representaria a comunidade católica brasileira.
Caminhou com suas vestes longas esvoaçantes recém-lavadas cândidas deixando ar fresco como de piscina com água recentemente tratada.
Sabendo que caminhou para saber que a conferência foi invadida por membros do greenpeace que defendiam a homossexualidade entre animais e pensaram que aquilo era uma reunião da ONU para discutir os efeitos das armas-químicas da chinassocialista nos ursinhos que viraram pansexuais e que seriam importados para palestina para serem esquartejados por muçulmanos enquanto vestem kipah o que seria transmitido, através de uma intervenção nos sistemas de satélites, para a televisão israelense e poderia incentivar atos mais intensos de terrorismo dos grupos chechenos separatistas, mas como não era a ONU, o pessoal do greenpeace decidiu se juntar aos religiosos ou-sei-lá e rezar pela salvação da alma dos religiosos mortos em abalossísmicos na europa, dos outros mortos também, e por uma justa intervenção divina na resolução dos problemas entre tribos africanas , na guerra-civil de Huanda, na depressão-americana, na cabeça, possivelmente, do futuro príncipe inglês.
Então, o homem (qualquer que seja) pôde, deliciosamente, relaxar, ir se limpar bem-limpo-corpo-alma num banhozinho gostosinho:
CHUÁ CHOC CHOC CHUÁ
e viva o riso que nos causa tudo de engraçado que há em todas as coisas e fica mais engraçado quando elas se pretendiam sérias
ResponderExcluire viva a depressão
ResponderExcluire viva o óbvio
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