ó, key, ei
o a( tum )to d'
esc( rever )rever
pr( eliminar )a am( parar )ada
, por-si-só,
j( unto )á é o( de )k
(mais a forma do bolo que faria gruda demais)
(mas te amo)
,né não?
-disse, mas pode ser que faltem uma palavras, pode ser até intencional. Meio que ele dizia em verso pra você tipo Complete A Métrica e
e( motivo )le d( e )emais essepoeta e mais.
ele que escreveu isso. Nãonão, a intenção não é que analisemos literariamente. Não analisemos conteúdo. Eu posso estar pedindo issaí de forma bastante desesperada mesmomesmo, porque...
(auter)eu e o eu e o eu e o que escrevo, escravo
e minha canela (não tempera) tanto tromba em tudo
tão tre( mia )m((m)ula)ula e’nfim
afinal, seria benbenbem bom se, sabe-não-sabe?
tipo, seria bom só aproveitarmos o que ele escreve pra tipo analisar seu perfil psicológico e tal
elevaindo, pés firmes chinelam o chão como fossem chibatas. Parecia flutuar. Precisava se equilibrar, transparecia.
Se alguém visse, pensaria em perguntar se está tudo bem, se ele precisa de ajuda, se usou algo ou comeu algo que poderia estar fazendo mal, se ele está com sono, o que ele quer fazer ou tentar descobrir o que o faz, ou faria, ele, ou alguém, se comportar daquele jeito, ou essas coisas que as pessoas fazem. Alguém poderia até achar que ele está se divertindo ou que ele pode ser altista. Sua estranheza era pouco estranha o suficiente para que qualquer pessoa, o vendo naquela hora, acabasse nem perguntando nada. As pessoas provavelmente nem pensariam muito, se o vissem. Talvez, atémesmo, nem reparariam, pois, mepoupe, aquilo não era lá tão estranho assim...
Ele claramente cambaleava. Cada passo o cansava um bom bocado, tipo gastava calorias correspondentes a um bocado, com área de um setor circular de raio de uns quarenta centímetros e arco de uns cento e oitenta graus (calcule), dum bolomousse de chocolate com uns dez centímetros de espessura, não conseguia esconder.
Queria chegar à cozinha. Acabou chegando, pegando sua água, caminhando até a janela com gradesgrossas na lavanderia, observando a rua. E acabou e
estão percebendo? Viram? Viram bem? Percebem? Tentem entender o que nos diz sobre essa pessoa, a descrição que vimos de suas atitudes, sentimentos e(e, e, e, e, e)tc. Ficou clara uma tendência dessa pessoa a depressão, quando ela, porexemplo, busca até criar motivos, mesmo que em pequenas atitudes, comportamentos, para ser depressiva, não ficou claro? Não é mesmo? Vejam só como podemos até achar que ela busca uma estranheza para seu ser, pensando que isso pode trazer uma exclusão de seu ser, feita pelo outro, de muitas rodassociais e essas coisas. Vocês entendem? Estão percebendo, afinal?
Gostava de ter acabado, ou ter se acabado, ter-se acabado, ou simplesmente era como se gostasse do acabar. Acabou-se seu caminhar. Só olhos se moviam. Observava a rua, pouco enxergava. Estava sem óculos, nunca os usou, apesar da mãe. Poucos carros passavam. Ele não percebia movimento nenhum, só mantinha o olhar naquela direção, onde estava cinzazulescuramarelado ou sabe-se lá. Ooooooh-que-inércia-sussurrando-gostooso pedia para ele namorar com ela, não com outras. Ele nem pensava. Não cogitava sair d’ali, concluíra. E Ooooooh-que-inércia-sussurrando-gostooso
agora vejam o que pode significar isso: ele decide ficar na janela, não observa bem o movimento na rua, fica justamente numa janela cheia de gradesgrossas que provavelmente ficam no primeiro plano de sua visão. É como se ele buscasse a depressão, é como se, como exemplo, ele como que quisesse essa coisa de se sentir preso, essa coisa de ter atitudes estranhas, sabe? E é como se ele quisesse as coisas das quais ele não gosta, tamentendendo? Ele sempre fica lá e tal, talvez tente não existir por uns momentos ou algo parecido
Jogou seu cérebro com força para trás do crânio, fazendo-se despertar e correu, mais barulhento e com maior possibilidade de ouvir comentários de qualquer pessoa que poderia o ver. Alcançando seu objetivo, tencionou os músculos-da-volta-dos-olhos e começou a aplicar força contra as teclas, nas quais estavam pintadas letras, que escolhia. Seus dedos se mexiam muito
des( espero )espero-me, esperando tan( gente )to
ninguém chega
de( feito )ntro de mim ou fo( rasteiro )ra
ou seria para( frase )nóia
demonstrava trêmula empolgação
me( laço )u amor não er( rou )a só isso,
não era pouco,
(minhas unhas se desgastam)
Releu. Claramente desaprovou o que acabara de criar. Não entregaria nada para a namorada com quem brigara há algumas horas.
aposto que ele provocou a briga intencionalmente e disfarçadamente, aposto, aposto. Continuemos a análise...
Sorri. Desisti daquele puto curso de psicologia, finalmente...
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talvez isso tudo seja para mayara.
ResponderExcluiro autor sempre tá lá, sempressempre